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A osteopatia pode ajudar as mulheres grávidas nos traumas de origem mecânica, por exemplo, lombalgias, ciática, cervicalgias e dores nos ligamentos. Pode agir tambem nos traumas gástricos, prisão de ventre, pernas pesadas, etc. Em geral irá ajudar a mulher grávida a se movimentar melhor e dormir melhor.   Durante a gravidez, a coluna vertebral é fortemente solicitada devido ao peso do bébé. As tensões aparecem e as futuras mães não sabem como conseguir um alivio dessas dores/tensões, principalmente durante o sexto ao nono mês de gravidez. O osteopata irá com manipulações muito suaves reequilibrar a bacia, vértebras, crânio e articulações da mulher grávida. O conforto e o alívio de tensões são os principais fatores que levam as mulheres grávidas a consultar um osteopata. As lombalgias, dores nos ligamentos, dores de cabeça, problemas de circulação, cervicalgias, refluxo gástrico, insónias entre muitas outras. O osteopata irá agir na globalidade do corpo da mulher grávida. Manipulando suavemente as zonas em causa, o profissional encarrega-se de melhorar a mobilidade das estruturas. A bacia aliviada irá permitir um parto mais suave.
A osteopatia para mulheres grávidas não substitui o curso de preparação para o parto! Quais são os resultados que podemos esperar? Uma ou duas consultas de osteopatia devem ser suficientes para acalmar a dor, especialmente durante o terceiro trimestre de gravidez. Há algum risco para a mãe ou para o bébé? As técnicas de osteopatia podem ser praticadas em qualquer fase da gravidez. A única dificuldade desta prática para o profissional reside no facto de não poder deitar a mulher grávida em decúbito ventral (de barriga para baixo) durante as manipulações. Não existe nenhuma consequência para a saúde do bébé, visto que o trabalho do osteopata é direcionado principalmente no reequilíbrio das zonas afectadas.
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A osteopatia pediátrica permite detectar, corrigir e tratar eventuais desequilíbrios  ou traumas no bébé e nas crianças. Cada vez mais os pais recorrem a osteopatia para o tratamento dos seus filhos. De uma maneira geral é possível levar o seu filho a um osteopata uma vez por ano para fazer um balanço global. Mas alguns períodos de desenvolvimento de uma criança necessitam mais particularmente a atenção dos pais. Entre o 0 e os 2 anos de idade, a criança pode ser seguida depois da sua nascença para verificar se o parto não gerou qualquer traumatismo.
 Aos 6 meses, uma visita ao osteopata irá permitir controlar o seu desenvolvimento psicomotor, ajudando a criança a adoptar uma boa postura no inicio dos seus primeiros passos. A etapa dos primeiros passos da criança é essencial, visto que irá mobilizar a sua bacia, articulações do joelho e tornozelo. Restabelecer o equilíbrio do corpo pode ajudar a criança a andar mais facilmente. Como os adultos, a osteopatia pediátrica preocupa-se com as crianças que apresentam infeções  ORL (otites, sinusites, etc.) ou infeções pulmonares. Para bronquites, por exemplo, o osteopata irá procurar se existe uma restrição de movimento ao nível do diafragma. Se for o caso, a drenagem poderá não se fazer corretamente favorecendo assim a instalação de agentes infecciosos. O osteopata vai então procurar voltar a dar mobilidade ao corpo para este voltar a ter o seu equilíbrio.   As dores nas costas ou nos membros são frequentes nos adolescentes durante o seu crescimento. Quanto mais cedo forem encontradas pelo osteopata mais facilmente ele terá meios para intervir e prevenir essas dores. Ele ira reequilibrar o corpo e se possível poderá trabalhar com a colaboração de um ortopedista, pediatra e até mesmo de um dentista. Uma má colocação da mandíbula pode ter repercussões ao nível da cervical e lombares e vice-versa. Graças a sua abordagem global ao corpo um osteopata pode perceber qual é a origem da dor.
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Às vezes, quando os sentimentos de medo e ansiedade são em excesso e nos sobrecarregam, podemos experiênciar um ataque de pânico. Um ataque de pânico é uma resposta exagerada do nosso corpo ao medo ou ao stress. De repente somo invadidos por um conjunto de sensações intensas como o batimento rápido do coração, sensação de desmaio, suores, náuseas, dores no peito, dificuldades em respirar ou sentimento de perder o controlo. Podemos pensar que estamos a enlouquecer, a desmaiar ou ter um ataque cardíaco.Podemos até ficar convencidos que vamos morrer, o que torna esta experiência ainda mais atemorizante. Os ataque de pânico podem acontecer sem razão aparente e podemos não compreender porquê. Quando experiênciamos múltiplos ataques de pânico de forma completamente imprevisível e sem sermos capazes de identificar o que os provoca, podemos ter uma perturbação do pânico e viver no medo constante de experiênciarmos um novo ataque. A mera possibilidade de experienciar outro ataque de pânico pode trazer tanta ansiedade que causa de facto um ataque de pânico. É muito difícil lidar sozinho com os ataques de pânico e a sua intensidade e frequência podem aumentar ao longo do tempo. Existem intervenções eficazes como a psicologia e a hipnose que pode fazer reduzir e gerir a ansiedade.
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HIPERACTIVIDADE As crianças com perturbação de hiperactividade com défice de atenção (PHDA) têm dificuldades em concentrar-se e tomar atenção durante muito tempo, distraem-se facilmente, fazem as coisas sem pensar e são demasiado activas (por exemplo, é-lhes difícil estar sentadas e quietas no mesmo sítio). Também não é fácil para elas seguirem regras ou esperar (poe exemplo, podem interromper as conversas ou falar por cima dos outros). Por causa destas dificuldades algumas crianças também têm problemas na escola e na realização das tarefas escolares, sentem-se ansiosas e com pouco auto-estima, têm dificuldades em manter os seus amigos e podem ter um comportamento desafiante e agressivo. Na verdade, qualquer um de nós (crianças, jovens ou adultos) pode experimentar períodos de alta de concentração, impulsividade ou hiperactividade. Mudanças importantes na nossa vida também podem, temporariamente, provocar comportamentos que são típicos da PHDA. Existem tratamentos eficazes para a PHDA, com a psicologia e a hipnose é possível gerir comportamentos de uma criança com hiperactividade e melhorar a sua qualidade de vida. Se identificar estes sinais no seu filho ou noutra criança, procure ajuda.
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