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Falamos de Osteopatia Pediátrica

A osteopatia pediátrica permite detectar, corrigir e tratar eventuais desequilíbrios  ou traumas no bébé e nas crianças. Cada vez mais os pais recorrem a osteopatia para o tratamento dos seus filhos. De uma maneira geral é possível levar o seu filho a um osteopata uma vez por ano para fazer um balanço global. Mas alguns períodos de desenvolvimento de uma criança necessitam mais particularmente a atenção dos pais. Entre o 0 e os 2 anos de idade, a criança pode ser seguida depois da sua nascença para verificar se o parto não gerou qualquer traumatismo.
 Aos 6 meses, uma visita ao osteopata irá permitir controlar o seu desenvolvimento psicomotor, ajudando a criança a adoptar uma boa postura no inicio dos seus primeiros passos. A etapa dos primeiros passos da criança é essencial, visto que irá mobilizar a sua bacia, articulações do joelho e tornozelo. Restabelecer o equilíbrio do corpo pode ajudar a criança a andar mais facilmente. Como os adultos, a osteopatia pediátrica preocupa-se com as crianças que apresentam infeções  ORL (otites, sinusites, etc.) ou infeções pulmonares. Para bronquites, por exemplo, o osteopata irá procurar se existe uma restrição de movimento ao nível do diafragma. Se for o caso, a drenagem poderá não se fazer corretamente favorecendo assim a instalação de agentes infecciosos. O osteopata vai então procurar voltar a dar mobilidade ao corpo para este voltar a ter o seu equilíbrio.   As dores nas costas ou nos membros são frequentes nos adolescentes durante o seu crescimento. Quanto mais cedo forem encontradas pelo osteopata mais facilmente ele terá meios para intervir e prevenir essas dores. Ele ira reequilibrar o corpo e se possível poderá trabalhar com a colaboração de um ortopedista, pediatra e até mesmo de um dentista. Uma má colocação da mandíbula pode ter repercussões ao nível da cervical e lombares e vice-versa. Graças a sua abordagem global ao corpo um osteopata pode perceber qual é a origem da dor.

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