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O refluxo não patológico é uma disfunção recorrente nos recém nascidos e bebés pequenos, que faz com que os alimentos e ácidos do estômago subam até o esófago, garganta e boca.
Muitas vezes esta disfunção não é detectada, porque os pais a associam somente ao bolçar ou vomitar mas, existem outros sintomas a ter em atenção:
📌 O bebé costuma fazer ruídos com a boca , como se tivesse algo na garganta.
📌 O bebé arqueia as costas, pára de comer e move a cabeça de um lado para o outro. Isso geralmente acontece quando está a mamar ou a beber biberão. Como o bebé pára de comer durante a crise , ele fica com fome e pede comida logo de seguida, assim que os pais têm a sensação de que a criança come constantemente.
📌  A parte de trás da língua do bebé está esbranquiçada, com leite coalhado.
📌 O bebé tem soluços frequentes.
📌 Quando o bebé está deitado de costas, fica muito inquieto e movimenta muito os braços e as pernas. Quando ele sai dessa posição, fica calmo. Esta disfunção está associada a pequenas alterações dos ossos do crânio e da inervação do sistema digestivo, que através de técnicas suaves e efectivas o Osteopata infantil melhora.

Marque a sua consulta através do tel: 211 300 068
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A Filipa Galrão, locutora da MegaHits, autora do blogue Mojopin ,teve a sua primeira consulta com o seu filho Eusébio de Osteopatia Pediatrica connosco e resume tudo no Blog, o que aprendeu! Adorámos recebê-la!

O Eusébio nasceu com a ajuda de uma ventosa. Não fiquei assustada porque estava consciente do que isso significava. No curso pré-parto falou-se imenso do parto instrumentalizado e, naquela hora, perante a urgência de nascer, com o cordão umbilical à volta do pescoço e um aparente colo estreito, a ventosa foi uma necessidade. Correu tudo bem e o bebé ficou apenas com um alto proeminente do lado direito da cabeça. Tudo normal, advertiram-me todos os pediatras que o viram na maternidade naqueles três dias. A tração da ventosa puxa o crânio e pode criar uma espécie de hematoma. O altinho, mole por sinal, não era mais do que sangue acumulado entre a parte externa do crânio e o próprio couro cabeludo que o corpo seria capaz de reabsorver naturalmente. Eu sabia disto e esse facto nunca me preocupou. Até vir para casa e começar a receber visitas! Aparentemente a maioria conhece o filho de um amigo da prima que também ficou com um alto do
género: “não te preocupes, isso passa daqui a dois dias, tens sorte que o filho do amigo da minha prima tinha a cabeça em forma de abacate”. Ok, safei-me dessa parte do abacate mas na verdade o alto continuava lá ao fim de dois dias, e ao fim de duas semanas, e ainda lá estava no dia em que o Eusébio fez um mês. Continuámos alegremente no campo da normalidade até começar a ouvir coisas como “tens a certeza que isto não lhe prejudica o cérebro?”.

Quem o via mais vezes fazia questão de falar sempre no assunto e mesmo no Instagram recebi mensagens de preocupação com várias pessoas a perguntarem o que é que o bebé tinha na cabeça e se era grave. Vamos lá ser honestos, até a mais descontraída das mães começa a ficar ligeiramente ansiosa com a inquietação destas interrogações, certo?

Ao fim de um mês percebemos que a bossa tinha diminuído mas continuava lá, com a variante de agora estar quase toda ela dura e não mole. O pediatra voltou a desvalorizar mas concluiu que o edema tinha calcificado e agora aquilo só com o passar dos anos ia ao sítio e, se não fosse, ele podia sempre disfarçar com o cabelo. Uau, que sorte!  Já estava eu descontraída como sempre e toda contente a amar a falta de normalidade da cabeça do meu filho quando recebo uma mensagem da minha osteopata. Afinal não só era possível corrigir as alterações no crânio do Eusébio como seria fundamental para o futuro dele a vários níveis. E eu que já tinha lido que todos os bebés devem ter, não só um bom pediatra, mas também um bom osteopata, ainda não me tinha lembrado disto (sorry, Dra. Daniela!). Bebés que nascem com ventosa ou outro instrumento devem ser vistos antes dos 2 meses por um osteopata porque a tração da ventosa provoca pequenas alterações que devem ser corrigidas antes do crânio começar a fechar. Ufa, fomos mesmo a tempo! Ao fim da primeira consulta com as massagens que libertaram a tensão naquela zona do crânio o edema tinha desaparecido na TOTALIDADE. Ficou apenas um pequeno alto que é o próprio osso que agora precisa de espaço para voltar ao sítio. Nada que mais umas massagens não resolvam. Eu sei que isto pode, à primeira vista, não parecer um grande problema, mas quando sabemos de bebés que choram sem parar, que não dormem, que sofrem imenso com cólicas ou refluxo, podemos estar a falar de bebés que sofreram um trauma músculo-esquelético deste ou outro género durante o parto. Com a osteopatia corrige-se essas disfunções e evitam-se as consequências. O Eusébio agora não se queixa mas mais tarde podia vir a ter problemas posturais, por exemplo. E ia também pedir-me para usar boné para sempre, claro.

Assim, se o vosso bebé sofre de alguma das seguintes alterações, não deixem de consultar um osteopata:

 dificuldade na sucção;

 choro excessivo;

 cólicas;

 obstipação;

 refluxo e bolsar frequente;

 alterações do sono;

 torcicolos;

 alterações e assimetrias crânio-faciais;

 infecções respiratórias;

Eu aconselho a Dra. Daniela Ganchas que dá consulta no centro Sementes d’Amor.  Para a semana lá vamos nós outra vez. O Eusébio está sempre desperto e adora as massagens e até eu fico mais relaxada a olhar para ele.




http://mojopin.pt/healthy-fit/osteopatia-pediatrica/
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Todos os atletas, sejam corredores amadores ou de alta competição, têm o desejo de melhorar a sua capacidade física para poderem ser mais competitivos ou simplesmente se superarem a si próprios. Um plano de treinos adequado é capaz de aumentar a resistência, velocidade e força, mas o problema surge com o aumento da exigência dos treinos, pois pode levar ao surgimento de lesões musculares e tendinosas, que podem mesmo impedir o atleta de continuar os seus treinos e competições durante algum tempo.

Quando um atleta aumenta a sua rotina de treino, quase sempre utiliza os músculos de forma exaustiva, causando stresse nos tecidos.” O excesso de treino e/ou a ausência de alongamento levam às dores musculares, muitas das vezes ignoradas pelos atletas, podendo mais tarde tornar-se crónicas ou em lesões graves.

A massagem desportiva surge assim como uma forma da encorajar os músculos a recuperar após o treino, porque alivia todas as tensões e ajuda a retirar o ácido láctico dos músculos. Assim, o sangue e o oxigénio conseguem voltar aos músculos a um ritmo normal e fazer uma reparação eficaz dos tecidos musculares, tornando-os mais fortes e resistentes.

Na verdade, a massagem é uma das mais antigas formas de terapia e um método fundamental no alívio de dor, relaxamento, estimulação e recuperação muscular, que a nível preventivo, terapêutico ou desportivo. Por sua vez, o desporto, quer a nível amador, quer a nível profissional, é reconhecido como uma actividade de extrema importância e tem vindo a ser praticado por um número crescente de amantes do exercício físico, da qualidade de vida e bem-estar.

Aliar os benefícios da massagem com os da corrida, e tendo em conta o objectivo de preparar, manter e recuperar os atletas para a prática desportiva, levou ao desenvolvimento de técnicas e metodologias específicas que resultaram na criação da Massagem Desportiva.

A Massagem Desportiva é composta por um conjunto de técnicas de manipulação das estruturas músculo-esqueléticas, mas com incidência particular em zonas corporais cruciais à actividade desportiva, adicionando características específicas reforçadas quer a nível da pressão exercida e da localização, velocidade de execução e intensidade, quer ainda recorrendo a mobilizações e alongamentos como complemento essencial.

Cada atleta e cada modalidade tem o seu ciclo próprio e a sua especificidade, nomeadamente quanto aos grupos musculares mais utilizados. Isto significa que a massagem deverá estar adaptada a cada caso.

Após o treino, exercícios de alongamento e diversos tipos de massagem e, inclusive, Acunpultura, são indicados para desactivar nódulos e evitar lesões, estimulando o sistema mecânico e neuromuscular.

A massagem desportiva deve ser considerada como actividade complementar à corrida, tornando-a tao importante quanto a alimentação e suplementação.

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Dentro da barriga da mãe, o bebé vai crescendo e o espaço diminuindo. As formas maternas vão deixando no corpo uma memória postural. Depois, vem o trabalho de parto, sujeitando o bebé a sucessivas compressões. Muitas vezes, utiliza-se ocitocina artificial para acelerar o parto, o que produz contracções irregulares ainda mais fortes do que as naturais. Por fim, se for necessário o recurso a fórceps ou ventosa, novas forças são exercidas sobre o corpo do bebé. Todos estes acontecimentos podem provocar alterações na estrutura física do recém-nascido. Normalmente não são lesões graves, nem visíveis, por isso, não são facilmente identificáveis aos olhos dos pais ou do pediatra. Mas muitos dos habituais problemas dos bebés nos primeiros dias de vida podem ter origem nestas situações.
Um dos ossos sujeito a grandes forças de compressão pelas contracções, bem como pela passagem pelo canal vaginal, é o occipital (osso do crânio), que se encontra situado acima da primeira vértebra cervical.
Entre o occipital e o pescoço encontra-se um pequeno espaço designado por foramen jugular. Daqui saem quatro nervos cranianos, os quais são responsáveis pela enervação do palato, da faringe, cordas vocais, base da língua, função respiratória, ritmo cardíaco e grande parte do aparelho digestivo. Se as forças do parto comprimirem o occipital, isso implicará uma compressão sobre estes quatro nervos. Isto pode originar cólicas, refluxo gástrico, bolçar excessivo, dificuldade na sucção e alteração do ritmo respiratório e cardíaco. No entanto, a osteopataia faz questão de ressalvar que a cesariana não traz mais benefícios ao bebé neste aspecto.
O parto normal, por ser um processo fisiológico natural, representa, na maior parte das vezes, vantagens para o corpo do bebé.
Um dos casos mais comuns é a compressão de alguns nervos, que saem na base do crânio e que quando perturbados podem levar a sintomas nos bebés, como as cólicas, refluxo gastro-esofágico, bolçar excessivo e/ou dificuldades na sucção.
Outros problemas mecânicos no crânio desencadeiam alterações do normal arejamento ou fluxo de líquidos.
É o que acontece em muitas otites de repetição e nas situações de obstrução do canal lacrimal. Todas estas situações são detetadas por testes de mobilidade e elasticidade dos ossos e membranas do crânio do bebé e são tratadas pela osteopatia recorrendo a técnicas manuais suaves.

Outra das situações que pode beneficiar com o tratamento de osteopatia é uma deformação muito comum no crânio, em que a cabeça do bebé apresenta uma forma oblíqua. Esta situação é, muitas vezes, reversível apenas com a aplicação de técnicas osteopáticas cranianas e outras vezes com o auxílio de um “capacete” de correção.
O torcicolo congénito no bebé, em que este é incapaz de rodar o pescoço para um dos lados consequência de fibrose e encurtamentos musculares maioritariamente benignos, é outra situação pode ser corrigida com técnicas manuais de mobilização e alongamento.
A Osteopatia é uma disciplina científica que estuda as disfunções do movimento ao nível neuro-musculo-esquelético, visceral e craniano, tratando com recurso a técnicas exclusivamente manuais com o objetivo de eliminar a dor, promover o equilíbrio das tensões e normalizar as pressões. 


SITUAÇÕES EM QUE A OSTEOPATIA PODE AJUDAR OS BEBÉS

Torcicolo,Cólicas,Bolçar excessivo,Choro prolongado,Alterações do sono,Obstipação,Alterações da tonicidade muscular,Alterações da forma do crânio,Hiperactividade,Otite,Dificuldades na sucção,Dificuldade da articulação de alguns sons,Rinite,Sinusite.

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Usar qualquer medicamento na gravidez é sempre motivo de insegurança, principalmente nos três primeiros meses da gestação, quando muitas substâncias podem levar ao aborto espontâneo. Como alternativa para aliviar eventuais desconfortos, a acupuntura pode ser extremamente benéfica durante esse período.

A técnica vem da medicina tradicional chinesa e consiste na estimulação das terminações nervosas do corpo por meio de finas agulhas que atravessam a camada superior da pele. Geralmente, elas são aplicadas nas mãos, pés, orelhas e costas, com o objetivo de equilibrar a energia do organismo e, assim, fazê-lo curar ou prevenir doenças por si só.

Na gravidez, a acupuntura ajuda a amenizar as dores e o inchaço nas pernas e, também, o incômodo nas costas, que ocorrem tanto durante a gestação – devido ao excesso de peso da barriga – quanto após o parto, quando ocorre uma nova mudança, dessa vez mais abrupta em relação ao peso, e a coluna sente  – sem contar o peso do bebê e, algumas vezes, a má postura na hora de amamentar. Doenças que necessitariam de antibióticos, como inflamações na garganta também podem ser tratadas com as agulhas.

Além disso, a técnica auxilia no combate aos corriqueiros enjoos e vômitos, típicos do início da gestação, e ajuda a encaixar o bebê para o parto normal. “É possível estimular ou diminuir as contrações uterinas que, por sua vez,vão acertar a posição do bebê para o parto.

Os problemas emocionais, como a ansiedade ou a depressão, também podem ser atenuados pela acupuntura. De acordo com um estudo da Universidade Southern Medical, na China, o método é mais eficaz do que antidepressivos orais e produz menos efeitos colaterais durante o tratamento.

A acupuntura e a eletroacupuntura têm um efeito terapêutico muito rápido e produzem uma melhoria notável em casos de transtorno obsessivo compulsivo e de ansiedade.

A técnica pode ser realizada antes mesmo da fecundação e se estender até depois do parto.
A prática melhora a qualidade das células reprodutivas (óvulo e espermatozoide). “Antes da concepção, a mulher e o homem podem se submeter à acupuntura. A prática vai deixar as células reprodutivas mais saudáveis e fortes e, assim, facilitar a fecundação.

Apesar de os riscos serem pequenos, alguns cuidados devem ser tomados. A acupuntura tem que ser (sempre!) realizada por um profissional qualificado, pois alguns pontos do corpo podem provocar contrações uterinas indesejadas, resultando em nascimento prematuro ou até mesmo em aborto. Atenção às agulhas também! Para evitar contaminações, é importantíssimo que elas sejam descartadas após o uso. Mas, se cada paciente tem o seu próprio jogo de agulhas, o ideal é que sejam esterilizadas após cada aplicação.
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Pilates é um método criado por Joseph Pilates, que tem como objectivo proporcionar o alongamento e o fortalecimento do corpo de forma integrada e individualizada, além de melhorar a respiração, diminuir o stress, desenvolver consciência e equilíbrio corporal, melhorar a coordenação motora e a mobilidade articular e proporcionar relaxamento. 

A aplicabilidade do método Pilates ao ambiente clínico surge com o objectivo claro de recrutar toda a evidência dos benefícios dos exercícios de pilates para a prevenção e reabilitação de patologias, através da correcção das alterações do movimento normal e/ou do recrutamento muscular. Alterações estas que, não sendo correctamente avaliadas e corrigidas, poderão levar ao desenvolvimento de ciclos de dor crónica.

Os benefícios gerais do Pilates Clínico são:
– Alívio da dor articular e muscular;
– Alívio da tensão e fadiga muscular;
– Acelerar a reabilitação pós-lesão;
– Melhorar a postura e a consciência corporal;
– Melhorar a força e resistência muscular;
– Previnir o aparecimento de lesões.



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O termo Hipnose vem do grego “Hipnos” – Deus grego do Sono. Na história da hipnose, quando o James Braid batizou o termo “Hipnose”, o conhecimento que se tinha na época é que era uma espécie de sono que podia ser induzido. Hoje sabe-se que a hipnose não se trata de sono e sim de um estado alterado, ou como alguns defendem, ampliado de consciência. Existem várias definições de hipnose, a Associação Americana de Psicologia, define Hipnose como sendo “um estado de consciência que envolve atenção focada e consciência periférica reduzida, caracterizado por uma maior capacidade de resposta à sugestão. É um estado mental (teorias de estado) ou um tipo de comportamento (teorias de não-estado) usualmente induzidos por um procedimento conhecido como indução hipnótica, o qual é geralmente composto de uma série de instruções preliminares e sugestões. O uso da hipnose com propósito terapêutico é conhecido como hipnoterapia”. Para a sociedade Brasileira de Hipnose “ hipnose abrange qualquer procedimento que venha causar, por meio de sugestões, mudanças no estado fisico e mental, podendo produzir alterações na percepção, nas sensações, no comportamento, nos sentimentos, nos pensamentos e na memória”. Milton Erickson define hipnose como “um estado alterado de consciência, ou é um estado de consciência no qual o conhecimento que você adquiriu durante toda a sua vida e que você usa automaticamente torna-se, de repente, disponível”. Clarificando, É importante entender que o estado de hipnose é um estado focado de atenção em que entramos naturalmente. Já todos experimentamos em algum momento das nossas vidas, estar tão atentos a algo (ver um filme, ler um livro, conduzir por uma estrada conhecida), que nos dissociamos da realidade exterior. Num setting terapêutico, o estado de hipnose é induzido através de sugestões dadas pelo terapeuta ao paciente convidando-o a fechar os olhos, a relaxar o seu corpo, acalmar a sua mente, mudando o foco de atenção do exterior para o interior. O corpo fica tão descontraído e letárgico que parece estar a dormir. Mas a verdade é que a pessoa hipnotizada não está a dormir. Neste estado, a mente fica bem desperta e a pessoa está totalmente em controlo.

Não dirá ou fará algo que não queira ou que seja contra o seu sistema de convicções. E quando desperta deste estado, a pessoa lembra-se do que se passou, tal como numa conversa normal em que se recordam as partes mais importantes e relevantes da conversa. Neste estado de hipnose, a mente fica mais receptiva e permeável, e o trabalho terapêutico feito para alcançar as mudanças desejadas – sugestões diretas ou exercícios metafóricos entre outros – tem resultados rápidos e eficazes. É um método natural, simples, mas de grande responsabilidade. Só deve ser feito por um profissional com formação completa e credível. A hipnose como ferramenta terapêutica tem como finalidade propriamente dita a terapia, quando utilizada em consultórios de psicologia, tem garantido processos mais breves de terapia, com resultados bastante positivos e seguros nos tratamentos de:

• Ansiedade,
• Depressão,
• Perturbações de sono,
• Perturbações alimentares,
• Hipnoparto,
• Fobias,
• Traumas,
• Timidez excessiva,
• Aumento de auto-estima, confiança,
• Disfunções sexuais,
• Luto,
• Controlo de impulsos e compulsões (alimentares, drogas, tabaco, jogo, etc),
• Alto desempenho,
• Entre outros.

Em relação a outras técnicas terapêuticas a hipnose tem obtido excelentes resultados num espaço de tempo mais curto.

Numa sessão de Hipnoterapia a tarefa inicial do terapeuta é a de estabelecer um boa relação de confiança com o paciente. Isto envolve encorajar o paciente a falar sobre as suas preocupações. Na primeira sessão, o terapeuta passa algum tempo com o paciente para recolher informações sobre o seu historial clínico, tempo este que contribui para criar laços de confiança e segurança entre paciente e terapeuta. Os sentimentos de segurança, conforto e confiança no terapeuta ajudam à indução do transe hipnótico. Os objetivos terapêuticos são delineados e estabelecidos, após o que o terapeuta dá uma explicação completa do que é a hipnose. É também neste momento que as dúvidas ou mitos sobre a hipnose são esclarecidos. Há muitas maneiras de alcançar o estado de transe. Normalmente o paciente está confortavelmente sentado num cadeirão ou sofá enquanto o terapeuta fala com uma voz suave e tranquila. A duração dos tratamentos depende do problema, do sintoma e das circunstâncias do indivíduo. O objetivo da hipnose terapêutica é o de recuperar o controlo que se perdeu sobre algo – o problema ou sintoma. Estima-se que aproximadamente 85% da população de todas as fases etárias, respondem à hipnose de uma forma positiva e rápida.
Bibliografia: Instituto Português de Hipnose – curso de hipnose terapêutica, Manual de Hipnose terapêutica http://www.lcchportugal.com/escola http://www.institutoportugueshipnose.com/consult-rio-2
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