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Artigo

Os Guaraní, sendo um povo indígena, são seres que reverenciam a vida.
Reverenciam a vida, a morte e o pós-morte. Sabem no seu profundo mais íntimo que é preciso morrer para renascer.

Sabem que a Natureza e Mãe Terra é a nossa casa e que o Divino está manifestado na própria Natureza.
Nesse sentido reverenciam a vida através do respeito a esta casa que nos acolhe a todos.
Os seus Deuses manifestam-se arquetipicamente na natureza, sendo na sua mitologia Tupã – Deus Trovão, e ao qual têm muito respeito, a Força Primordial.

Uirapurú é o seu pássaro sagrado, aliado e mensageiro. Há quem diga que a floresta se silencia perante o seu canto muito próprio.

Os Guaraní sabem também, que a base do fluxo de cura e transformação é o Amor, e que somente trabalhando com e nesta frequência é possível repor a harmonia originada pelos desequilíbrios. Sabem também que estamos expostos a energias e frequências externas que jogando com as vulnerabilidades do ser, devem ser retiradas e extraídas para repor o fluxo, mas também sabem, que para o fluxo permanecer é preciso o indivíduo escolher vibrar na frequência do Amor e transformar as suas vulnerabilidades. 

Têm uma sabedoria muito própria, pura e genuína.
Sabem dar e doar de forma pura, doce, mas também assertiva, pois a verdade e honestidade é um dos seus princípios.
Eles vão-te mostrar o que precisas de saber e tornar consciente, não o que queres ouvir/escutar. 

Através do sistema Amar o Amor e dos símbolos que o compõe é possível realizar um conjunto de procedimentos específicos como:
📌Renovações Kármicas no dia de Aniversário, pois em cada ano inicia-se um novo ciclo;
📌Comunicar com os Aliados Espirituais da pessoa;
📌Trazer à consciência cura emocional, para que consigamos fazer o que realmente é benéfico para nós, entre tantas outras coisas. 

Da minha experiência, pois só posso falar por ela, há outra coisa que estes índios também nos ensinam: é que não há limite.
Eles mostram coisas novas (sejam novos símbolos ou práticas) além do que aprendeste, pois com eles aprendes todos os dias se te permitires estar em contacto com os teus aliados.
Então, numa Cura Xamânica da Amazónia, pode surgir muito mais do que é expectável.
O ideal é não colocar expectativas e deixar fluir.
O tambor, ervas, incensos, e outras práticas também me acompanham nesta viagem conduzida pelo fluxo do Amor.

Hayhu (Com Amor),

Ana Rita Pimenta

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Assiste ao Video  no link em baixo:
https://youtu.be/fWWSuNRBFD4
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Artigo
A palavra “doula” vem do grego “mulher que serve”.
Nos dias de hoje, aplica-se  às mulheres que dão suporte físico, emocional e informativo a outras mulheres antes, durante  e após o parto.

Gravidez
Presta apoio emocional e informativo ao casal durante a gravidez. Desta forma encoraja à tomada de consciencia de todo o processo para que possam tomar decisões mais conscientes. 

Parto
doula transmite segurança à mãe e ao parceiro, fará sugestões que facilitem o trabalho de parto e preocupa-se em manter um ambiente calmo e tranquilo de forma a permitir o relaxamento. Desta forma o parto poderá desenrolar-se de forma mais eficaz.

Deve assegurar as necessidades básica à mulher no trabalho de parto e facilitar a comunicação com os profissionais de saúde, de forma a garantir que a grávida tenha a informação necessária para tomar as suas próprias decisões.

Pós parto
Deve ajudar no processo de recuperação física e emocional, apoiando também a amamentação.

Estudos Revelam Vantagens da presença da doula

Klaus e Kennel publicaram em 1993 em “Mothering the mother“(1) um estudo  onde apontaram os resultados globais da presença da doula no trabalho de parto e parto, como pode ser visto abaixo:

  • Redução de 50% nos índices de cesariana
  • Redução de 25% na duração do trabalho de parto
  • Redução de 60% nos pedidos de analgesia peridural
  • Redução de 30% no uso de analgesia peridural
  • Redução de 40% no uso de ocitocina
  • Redução de 40% no uso de fórceps

Outros estudos (8-12) também mostram claramente que a presença da doula no pré-parto e parto trazem benefícios de ordem emocional e psicológica para mãe e bebê, incluindo resultados positivos nas 4ª a 8ª semanas após o parto:
  •  Aumento no sucesso da amamentação
  •  Interação satisfatória entre mãe e bebê
  • Satisfação com a experiência do parto
  • Redução da incidência de depressão pós-parto
  • Diminuição nos estados de ansiedade e baixa auto-estim

O que a doula não faz
Não pratica actos médicos
Não toma decisões pelos seus clientes: ajuda-os a obter a informação necessária para que eles possam tomar as suas próprias decisões.


Bibliografia
1. Klaus M, Kennel J. “Mothering the mother: how a doula can help you to have a shorter, easier and healthier birth.” Hardcover

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Artigo

O seu bebé tem a cabeça achatada, distorcida ou assimétrica, isso é uma plagiocefalia que é uma deformação do crânio. 
Existem 2 tipos de plagiocefalia que têm diferentes origens e diferentes consequências no desenvolvimento do bebé:
A Plagiocefalia com craniossinostose: por sinostose (encerramento) precoce de uma ou mais suturas do crânio. Felizmente é muito raro mas, pode prejudicar o desenvolvimento neurológico do bebé. O tratamento é sempre cirúrgico, sendo posteriormente aconselhada osteopatia.
A Plagiocefalia sem sinostose, Posicional ou Postural: de origem posicional esta deformação craniana é comum, tendo aumentado significativamente a sua incidência desde que os recém-nascidos foram aconselhados a dormir de barriga para cima, para a prevenção da síndrome da morte súbita infantil. Antes desta campanha em 1992 a Plagiocefalia era associada unicamente ao posicionamento intra-uterino e ao torcicolo congénito.

A plagiocefalia posicional (do grego “plagios” oblíquo e “kephale” cabeça) é uma assimetria craniana, aparecendo em bebés durante a gestação ou, mais comumente nas primeiras semanas de vida. Esta deformação do crânio do bebé é caracterizada pela presença de um achatamento assimétrico na parte posterior ou lateral da cabeça.
A Plagiocefalia é geralmente associada a um torcicolo em ¾ dos bebés plagiocefalicos.
É importante saber que estas deformidades do crânio são bastante complexas.
Estas não estão confinadas a um occipital achatado (parte de trás da cabeça).
A cabeça tem uma forma de paralelogramo com a perda da simetria craniana (achatamento de um lado e abaulamento do outro), perda do alinhamento das orelhas, protuberância frontal, um olho mais aberto que outro e protuberância na face.

De acordo com a literatura, várias causas parecem favorecer o surgimento e desenvolvimento da deformidade posicional:
📌 Posição intra-uterina: posição fetal, gravidez gemelar, anormalidades uterinas, a falta de líquido amniótico, posição cefálica precoce, disfunções pélvicas maternas…
📌 Deficit de vitamina D na mãe durante a gravidez tornando o crânio mais maleável
📌 Parto: duração prolongada (período expulsivo), instrumentos, saída, apresentação fetal
📌 Torcicolo, tónus e tensão muscular 
📌 Posicionamento prolongado de barriga para cima sobre uma superfície dura (colchão, carrinho, espreguiçadeira, cadeira do carro…) a partir da campanha de sono em 1992, o número de plagiocefalia posicional aumentou consideravelmente
📌 Falta de estímulo: os movimentos e posições da cabeça do bebé sempre idênticas, pouco tempo de vigília sobre o abdómen, baixo nível de actividade, ..
A deformação posicional ocorre principalmente:
📌 No primogénito (primíparas), prematuros, e múltiplos 
📌 Nos meninos: menos activos do que as meninas da mesma idade e / ou com mais frequência hipotónicos
📌 Nos bebés alimentados a biberão: relacionado com a falta de mudança de posição e não ao tipo de alimentação

A Plagiocefalia não tratada pode ter consequências que vão muito além de problemas estéticos simples.
Quanto mais graves são as deformações cranianas, mais os riscos aumentam.
As consequências são ainda objecto de investigação e é por isso que os problemas são minimizados pela profissão médica. 

Estudos indicam que crianças com plagiocefalia são mais afectadas com:
📌 Atraso no desenvolvimento psico-motor
📌 Um aumento de necessidades específicas: terapia da fala, auxílio educação especial, física 
📌 Distúrbios oftalmológicos e estrabismo
📌 Otite, sinusite, rinite, respiração oral
📌 Posturas assimétricas 
📌 Escoliose
📌 Assimetrias na marcha
📌 Distúrbios gastrointestinais: Cólicas, refluxo, obstipação…
📌 Assimetria da mandíbula e distúrbios na oclusão dentária associados à protusão da articulação temporomandibular (ATM) do lado afectado.

É verdade que a Plagiocefalia passa sozinha?
Na ausência de tratamento as crianças com ligeira a moderada assimetria (sem torcicolo associado), é possível ter um desenvolvimento positivo. Mas é, principalmente, o cabelo que mascara as assimetrias, mantendo-se em grande parte as consequências da plagiocefalia. Se as assimetrias forem moderadas a graves, não haverá praticamente nenhuma evolução sem tratamento.

A Osteopatia é essencial no tratamento da plagiocefalia tanto para evitar como para corrigir a disfunção craniana e torcicolo, muitas vezes associado.
É essencial trazer o bebé ao osteopata precocemente, se possível nos primeiros meses pós-parto para corrigir a mobilidade do pescoço e do crânio do bebé.
De facto, ao longo do tempo, as suturas do crânio vão encerrando e o perímetro cefálico torna-se menos móvel, diminuindo o potencial de recuperação.

A Osteopatia consiste num conjunto de técnicas de suave pressão sobre a cabeça do bebé para liberar as suturas cranianas e membranas de modo a estas se equilibrarem e recuperarem a sua mobilidade e simetria.
O osteopata também, identifica e corrige a disfunção muscular, ligamentar, fascial relacionadas com a assimetria cranial especialmente no pescoço em caso de um torcicolo associado.
O número de sessões varia dependendo da idade e da gravidade das assimetrias do bebé.
Tudo depende da idade da criança ao potencial de recuperação como um torcicolo associada ou a ajuda de pais atentos no reposicionamento.
No caso de iniciar o tratamento tardiamente, após 6 meses, são possíveis melhorias, mas recuperar completamente a assimetria é difícil e pode exigir mais sessões.

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O refluxo não patológico é uma disfunção recorrente nos recém nascidos e bebés pequenos, que faz com que os alimentos e ácidos do estômago subam até o esófago, garganta e boca.
Muitas vezes esta disfunção não é detectada, porque os pais a associam somente ao bolçar ou vomitar mas, existem outros sintomas a ter em atenção:
📌 O bebé costuma fazer ruídos com a boca , como se tivesse algo na garganta.
📌 O bebé arqueia as costas, pára de comer e move a cabeça de um lado para o outro. Isso geralmente acontece quando está a mamar ou a beber biberão. Como o bebé pára de comer durante a crise , ele fica com fome e pede comida logo de seguida, assim que os pais têm a sensação de que a criança come constantemente.
📌  A parte de trás da língua do bebé está esbranquiçada, com leite coalhado.
📌 O bebé tem soluços frequentes.
📌 Quando o bebé está deitado de costas, fica muito inquieto e movimenta muito os braços e as pernas. Quando ele sai dessa posição, fica calmo. Esta disfunção está associada a pequenas alterações dos ossos do crânio e da inervação do sistema digestivo, que através de técnicas suaves e efectivas o Osteopata infantil melhora.

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A Filipa Galrão, locutora da MegaHits, autora do blogue Mojopin ,teve a sua primeira consulta com o seu filho Eusébio de Osteopatia Pediatrica connosco e resume tudo no Blog, o que aprendeu! Adorámos recebê-la!

O Eusébio nasceu com a ajuda de uma ventosa. Não fiquei assustada porque estava consciente do que isso significava. No curso pré-parto falou-se imenso do parto instrumentalizado e, naquela hora, perante a urgência de nascer, com o cordão umbilical à volta do pescoço e um aparente colo estreito, a ventosa foi uma necessidade. Correu tudo bem e o bebé ficou apenas com um alto proeminente do lado direito da cabeça. Tudo normal, advertiram-me todos os pediatras que o viram na maternidade naqueles três dias. A tração da ventosa puxa o crânio e pode criar uma espécie de hematoma. O altinho, mole por sinal, não era mais do que sangue acumulado entre a parte externa do crânio e o próprio couro cabeludo que o corpo seria capaz de reabsorver naturalmente. Eu sabia disto e esse facto nunca me preocupou. Até vir para casa e começar a receber visitas! Aparentemente a maioria conhece o filho de um amigo da prima que também ficou com um alto do
género: “não te preocupes, isso passa daqui a dois dias, tens sorte que o filho do amigo da minha prima tinha a cabeça em forma de abacate”. Ok, safei-me dessa parte do abacate mas na verdade o alto continuava lá ao fim de dois dias, e ao fim de duas semanas, e ainda lá estava no dia em que o Eusébio fez um mês. Continuámos alegremente no campo da normalidade até começar a ouvir coisas como “tens a certeza que isto não lhe prejudica o cérebro?”.

Quem o via mais vezes fazia questão de falar sempre no assunto e mesmo no Instagram recebi mensagens de preocupação com várias pessoas a perguntarem o que é que o bebé tinha na cabeça e se era grave. Vamos lá ser honestos, até a mais descontraída das mães começa a ficar ligeiramente ansiosa com a inquietação destas interrogações, certo?

Ao fim de um mês percebemos que a bossa tinha diminuído mas continuava lá, com a variante de agora estar quase toda ela dura e não mole. O pediatra voltou a desvalorizar mas concluiu que o edema tinha calcificado e agora aquilo só com o passar dos anos ia ao sítio e, se não fosse, ele podia sempre disfarçar com o cabelo. Uau, que sorte!  Já estava eu descontraída como sempre e toda contente a amar a falta de normalidade da cabeça do meu filho quando recebo uma mensagem da minha osteopata. Afinal não só era possível corrigir as alterações no crânio do Eusébio como seria fundamental para o futuro dele a vários níveis. E eu que já tinha lido que todos os bebés devem ter, não só um bom pediatra, mas também um bom osteopata, ainda não me tinha lembrado disto (sorry, Dra. Daniela!). Bebés que nascem com ventosa ou outro instrumento devem ser vistos antes dos 2 meses por um osteopata porque a tração da ventosa provoca pequenas alterações que devem ser corrigidas antes do crânio começar a fechar. Ufa, fomos mesmo a tempo! Ao fim da primeira consulta com as massagens que libertaram a tensão naquela zona do crânio o edema tinha desaparecido na TOTALIDADE. Ficou apenas um pequeno alto que é o próprio osso que agora precisa de espaço para voltar ao sítio. Nada que mais umas massagens não resolvam. Eu sei que isto pode, à primeira vista, não parecer um grande problema, mas quando sabemos de bebés que choram sem parar, que não dormem, que sofrem imenso com cólicas ou refluxo, podemos estar a falar de bebés que sofreram um trauma músculo-esquelético deste ou outro género durante o parto. Com a osteopatia corrige-se essas disfunções e evitam-se as consequências. O Eusébio agora não se queixa mas mais tarde podia vir a ter problemas posturais, por exemplo. E ia também pedir-me para usar boné para sempre, claro.

Assim, se o vosso bebé sofre de alguma das seguintes alterações, não deixem de consultar um osteopata:

 dificuldade na sucção;

 choro excessivo;

 cólicas;

 obstipação;

 refluxo e bolsar frequente;

 alterações do sono;

 torcicolos;

 alterações e assimetrias crânio-faciais;

 infecções respiratórias;

Eu aconselho a Dra. Daniela Ganchas que dá consulta no centro Sementes d’Amor.  Para a semana lá vamos nós outra vez. O Eusébio está sempre desperto e adora as massagens e até eu fico mais relaxada a olhar para ele.




http://mojopin.pt/healthy-fit/osteopatia-pediatrica/
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Todos os atletas, sejam corredores amadores ou de alta competição, têm o desejo de melhorar a sua capacidade física para poderem ser mais competitivos ou simplesmente se superarem a si próprios. Um plano de treinos adequado é capaz de aumentar a resistência, velocidade e força, mas o problema surge com o aumento da exigência dos treinos, pois pode levar ao surgimento de lesões musculares e tendinosas, que podem mesmo impedir o atleta de continuar os seus treinos e competições durante algum tempo.

Quando um atleta aumenta a sua rotina de treino, quase sempre utiliza os músculos de forma exaustiva, causando stresse nos tecidos.” O excesso de treino e/ou a ausência de alongamento levam às dores musculares, muitas das vezes ignoradas pelos atletas, podendo mais tarde tornar-se crónicas ou em lesões graves.

A massagem desportiva surge assim como uma forma da encorajar os músculos a recuperar após o treino, porque alivia todas as tensões e ajuda a retirar o ácido láctico dos músculos. Assim, o sangue e o oxigénio conseguem voltar aos músculos a um ritmo normal e fazer uma reparação eficaz dos tecidos musculares, tornando-os mais fortes e resistentes.

Na verdade, a massagem é uma das mais antigas formas de terapia e um método fundamental no alívio de dor, relaxamento, estimulação e recuperação muscular, que a nível preventivo, terapêutico ou desportivo. Por sua vez, o desporto, quer a nível amador, quer a nível profissional, é reconhecido como uma actividade de extrema importância e tem vindo a ser praticado por um número crescente de amantes do exercício físico, da qualidade de vida e bem-estar.

Aliar os benefícios da massagem com os da corrida, e tendo em conta o objectivo de preparar, manter e recuperar os atletas para a prática desportiva, levou ao desenvolvimento de técnicas e metodologias específicas que resultaram na criação da Massagem Desportiva.

A Massagem Desportiva é composta por um conjunto de técnicas de manipulação das estruturas músculo-esqueléticas, mas com incidência particular em zonas corporais cruciais à actividade desportiva, adicionando características específicas reforçadas quer a nível da pressão exercida e da localização, velocidade de execução e intensidade, quer ainda recorrendo a mobilizações e alongamentos como complemento essencial.

Cada atleta e cada modalidade tem o seu ciclo próprio e a sua especificidade, nomeadamente quanto aos grupos musculares mais utilizados. Isto significa que a massagem deverá estar adaptada a cada caso.

Após o treino, exercícios de alongamento e diversos tipos de massagem e, inclusive, Acunpultura, são indicados para desactivar nódulos e evitar lesões, estimulando o sistema mecânico e neuromuscular.

A massagem desportiva deve ser considerada como actividade complementar à corrida, tornando-a tao importante quanto a alimentação e suplementação.

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Dentro da barriga da mãe, o bebé vai crescendo e o espaço diminuindo. As formas maternas vão deixando no corpo uma memória postural. Depois, vem o trabalho de parto, sujeitando o bebé a sucessivas compressões. Muitas vezes, utiliza-se ocitocina artificial para acelerar o parto, o que produz contracções irregulares ainda mais fortes do que as naturais. Por fim, se for necessário o recurso a fórceps ou ventosa, novas forças são exercidas sobre o corpo do bebé. Todos estes acontecimentos podem provocar alterações na estrutura física do recém-nascido. Normalmente não são lesões graves, nem visíveis, por isso, não são facilmente identificáveis aos olhos dos pais ou do pediatra. Mas muitos dos habituais problemas dos bebés nos primeiros dias de vida podem ter origem nestas situações.
Um dos ossos sujeito a grandes forças de compressão pelas contracções, bem como pela passagem pelo canal vaginal, é o occipital (osso do crânio), que se encontra situado acima da primeira vértebra cervical.
Entre o occipital e o pescoço encontra-se um pequeno espaço designado por foramen jugular. Daqui saem quatro nervos cranianos, os quais são responsáveis pela enervação do palato, da faringe, cordas vocais, base da língua, função respiratória, ritmo cardíaco e grande parte do aparelho digestivo. Se as forças do parto comprimirem o occipital, isso implicará uma compressão sobre estes quatro nervos. Isto pode originar cólicas, refluxo gástrico, bolçar excessivo, dificuldade na sucção e alteração do ritmo respiratório e cardíaco. No entanto, a osteopataia faz questão de ressalvar que a cesariana não traz mais benefícios ao bebé neste aspecto.
O parto normal, por ser um processo fisiológico natural, representa, na maior parte das vezes, vantagens para o corpo do bebé.

SITUAÇÕES EM QUE A OSTEOPATIA PODE AJUDAR OS BEBÉS

Torcicolo,Cólicas,Bolçar excessivo,Choro prolongado,Alterações do sono,Obstipação,Alterações da tonicidade muscular,Alterações da forma do crânio,Hiperactividade,Otite,Dificuldades na sucção,Dificuldade da articulação de alguns sons,Rinite,Sinusite.

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Usar qualquer medicamento na gravidez é sempre motivo de insegurança, principalmente nos três primeiros meses da gestação, quando muitas substâncias podem levar ao aborto espontâneo. Como alternativa para aliviar eventuais desconfortos, a acupuntura pode ser extremamente benéfica durante esse período.

A técnica vem da medicina tradicional chinesa e consiste na estimulação das terminações nervosas do corpo por meio de finas agulhas que atravessam a camada superior da pele. Geralmente, elas são aplicadas nas mãos, pés, orelhas e costas, com o objetivo de equilibrar a energia do organismo e, assim, fazê-lo curar ou prevenir doenças por si só.

Na gravidez, a acupuntura ajuda a amenizar as dores e o inchaço nas pernas e, também, o incômodo nas costas, que ocorrem tanto durante a gestação – devido ao excesso de peso da barriga – quanto após o parto, quando ocorre uma nova mudança, dessa vez mais abrupta em relação ao peso, e a coluna sente  – sem contar o peso do bebê e, algumas vezes, a má postura na hora de amamentar. Doenças que necessitariam de antibióticos, como inflamações na garganta também podem ser tratadas com as agulhas.

Além disso, a técnica auxilia no combate aos corriqueiros enjoos e vômitos, típicos do início da gestação, e ajuda a encaixar o bebê para o parto normal. “É possível estimular ou diminuir as contrações uterinas que, por sua vez,vão acertar a posição do bebê para o parto.

Os problemas emocionais, como a ansiedade ou a depressão, também podem ser atenuados pela acupuntura. De acordo com um estudo da Universidade Southern Medical, na China, o método é mais eficaz do que antidepressivos orais e produz menos efeitos colaterais durante o tratamento.

A acupuntura e a eletroacupuntura têm um efeito terapêutico muito rápido e produzem uma melhoria notável em casos de transtorno obsessivo compulsivo e de ansiedade.

A técnica pode ser realizada antes mesmo da fecundação e se estender até depois do parto.
A prática melhora a qualidade das células reprodutivas (óvulo e espermatozoide). “Antes da concepção, a mulher e o homem podem se submeter à acupuntura. A prática vai deixar as células reprodutivas mais saudáveis e fortes e, assim, facilitar a fecundação.

Apesar de os riscos serem pequenos, alguns cuidados devem ser tomados. A acupuntura tem que ser (sempre!) realizada por um profissional qualificado, pois alguns pontos do corpo podem provocar contrações uterinas indesejadas, resultando em nascimento prematuro ou até mesmo em aborto. Atenção às agulhas também! Para evitar contaminações, é importantíssimo que elas sejam descartadas após o uso. Mas, se cada paciente tem o seu próprio jogo de agulhas, o ideal é que sejam esterilizadas após cada aplicação.
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